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terça-feira, 18 de março de 2014

Produção Artesanal do Queijo Canastra

O início de produção do queijo na região da Serra da Canastra é desde o século XVIII. Embora ainda haja pressões visando à modernização dos processos de produção – Que no curso da história forçaram a introdução da pasteurização do leite para a fabricação de queijos – as práticas tradicionais permanecem vivas em Minas Gerais, o que não é diferente aqui na região.

O Queijo Artesanal da Canastra é um produto fabricado a partir do leite cru e integral da vaca, cultura láctea natural (pingo), coalho e sal. O clima local contribui para o processo de maturação, o que garante sabor e coloração inconfundíveis ao produto.


Imagens da preparação do famoso Queijo Canastra:




COMO É O TURISMO NA SERRA DA CANASTRA? ®

O turismo na região da Canastra é um fato bem recente. Por volta do ano 200, a comunidade ainda não considerava viável essa atividade na região, especialmente por não perceber sua importância econômica. No entanto, nessa época algumas poucas pessoas começaram a investir na ampliação da estrutura turística.
Os primeiros turistas da Canastra vinham do estado vizinho de São Paulo, especialmente das regiões de Franca e Ribeirão Preto. Esses visitantes frequentavam as regiões de Delfinópolis e São João Batista do Glória, desfrutando tanto das belezas das cachoeiras quanto do lago de Furnas.

No final de 2001, o turismo na região sofreu grande incentivo, sendo projetado pela mídia em todo o país e no exterior por ocasião dos 500 anos de descoberta do rio São Francisco. A partir daí, aumentou o fluxo de turistas, como também o de pessoas querendo investir na atividade.

*Curiosidades:

-Estima-se que o número de Turistas que passam pela Serra da Canastra por ano é de
35 a 40 mil pessoas por ano.

-O tempo de maior concentração de movimento turístico na Canastra é Janeiro à Julho. Motivo: Por causa das férias e as festas tradicionais da Região.


®Pkm___

segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

Guerra sangrenta contra os índios Cataguases na Serra da Canastra


É de fato um assunto bem delicado de se falar, pois a colonização dessas terras
ocorreram a quase 2 séculos... A história dos Cataguases é pouco conhecida,
quase ninguém ja ouviu a verdadeira história desde o começo - Aliás quase
ninguém pesquisou a fundo a história desses bravos guerreiros da Canastra.

Os Cataguases eram os filhos dessa terra (os verdadeiros) , eram bravos e ferozes.
Foram desimados de uma forma bruta, violenta, injusta e sangrenta...
Muitas pessoas afirmam que a linha de descendência dos Cataguases foi extinta,
mas isso não é verdade!
Quando os Cataguases foram desimados, alguns deles se integraram a sociedade,
 algumas mulheres foram 'poupadas' por causa de seus atributos físicos, pois de acordo
com a história eram de boa aparência.


Imagem Ilustrativa do que seria a tribo Cataguá


A maior parte de índios se concentravam  na região de São Roque de Minas...
Quando se fala nos Cataguases as pessoas mais "antigas" costumam ignorar o passado,
na verdade os Cataguases foram desimados por causa de suas terras, onde hoje se
situam os municípios e Fazendas das famílias pioneiras ou "tradicionais" (como dizem).

Hoje na Serra da Canastra restaram pouquíssimos descendentes dessa raça de guerreiros,
a maioria morreu ou foi morar bem longe daqui ; os descendentes que ficaram da
para contar nos dedos de apenas uma mão...

Os Cataguases se tornaram uma parte do passado negro da Serra da Canastra... Alguns tentam 
esquecer, mas seria lindo rever essas raízes....


domingo, 15 de dezembro de 2013

História dos Índios Cataguases - Serra da Canastra

"A cidade tem nome de santo, mas já foi terra de índio bravo e negros guerreiros. Os primeiros habitantes da região de São Roque de Minas foram os índios cataguases, que apesar da fama de ferozes, foram dizimados pelos brancos ainda no século 17. Praticamente nada ficou deles, além do nome. Depois vieram os negros escravos fugidos que formaram alguns quilombos célebres na região da Serra da Canastra. O mais famoso foi o do Pai Inácio, que dizem ter sido tão grande quanto o de Palmares. Os negros aproveitaram muito bem a abundância de água e as terras férteis da cabeceira do São Francisco e viviam da  agricultura, da pesca e da caça. Resistiram durante longos anos ao domínio dos brancos, mas foram aniquilados numa batalha sangrenta sob o comando de um certo Diogo Bueno da Fonseca, em meados do século 18.  

Fazenda do século 19 em São Roque de Minas

A herança dos escravos guerreiros ficou em nomes como Ribeirão do Quilombo, cachoeira do Quilombo e Capão Forro, nome que pode ser "traduzido" por mata do escravo livre."
Fonte: Site Serra da Canastra

Curiosidade: Entre tantas batalhas, ainda existem alguns decendentes 
Cataguases na região, claro que a
maioria devem estar acima da 11° 
geração Cataguase. Nem todos 
sabem da sua decendência.

sábado, 2 de novembro de 2013

Baú de Histórias: São Roque de Minas a antiga Guia Lopes.

Baú de fotos, um pedaço resumido da história do nosso querido município de São Roque de Minas (Serra da Canastra).

Altar da Igreja Matriz de São Roque, construido pelo mestre de obras João Pontara. Riquéssimo em detalhes. 1945. Pena que foi demolido cerca de 50% do mesmo.

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Largo da Matriz (hoje Praça Alibenides da Costa Faria).1938


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Antiga Igreja Matriz de São Roque (construida onde hoje é a fonte luminosa da Praça Alibenides da Costa Faria).1920


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Antiga Igreja Matriz de São Roque, vendo-se ao fundo o novo templo em construção. 1934

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Antiga Igreja de Nossa Senhora, onde hoje está erguido o novo templo (Praça Tiradentes). 1938


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Cidade, vista do lado nordeste. 1938

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Antiga Praça Governador Valadares onde hoje está construida nova obra, Praça Alibenides da Costa Faria. 1945


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Avante Guia Lopes. Desfile comemorativo à instalação do novo município de Guia Lopes, 1º-01-1939 (foto feita exatamente na  Rua Mal. Floriano Peixoto).

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                                                      Escolas Reunidas Guia Lopes - 1940

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                                                                      Carnaval de 1928.

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Distribuição, pelos confrades vicentinos, aos necessitados, de leite em pó doado pelos Estados Unidos (John Kennedy) - 1962 - (Ele seria assinado em novembro de 1963)

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Cinema Oeste (mudo) - 1930 - Local onde hoje está o bar do João do Zé Joana (esquina da Praça Alibenides da Costa Rua com início da Rua Cel. Juventino Dias.

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Mestre Justo - Mulato que apareceu pelos lados da Serrinha. Místico de padre, espírita, curador, milagreiro e aglutinador de multidões. Seria o Antônio Conselheiro de Canudos? - 1925

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Sô Mané da Virtuosa, região da Mata, quase confrontação com o município de Vargem Bonita. Benzedor famoso. Fazia água ferver na nascente. 1920

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Banda de Música São Roque - 1930 - Maestro José Fernandes (aquele jurado do programa Sílvio Santos que só dava nota "0" para os calouros)


Fotos por: Antônio Francisco de Faria

Foto bastante antiga, anterior aos anos 60. Ao fundo verifica-se a antiga casa Paroquial. Época do Padre José. No morro, verifica-se dois traçados com vegetação mais compacta e escura. Trata-se de dois "vales", construídos pelos escravos. Por falta de "arame farpado", era a forma de se fazer as divisões de terras.


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Esta foto foi tirada na atual praça Alibenides da Costa Faria. Ao fundo o Predinho do Raimundo do Joãozico (Loja embaixo e residência em cima). ao seu lado a residência do Joãozico.
Nesta loja vendia de tudo...tinha até Caixão de agente Funerário... Chamado Secos & Molhados.

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Algumas contruções dessas casas antigas ainda continuam de pé em algumas
ruas de São Roque.

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Incrível como o tempo passa e tudo muda.... 
Antes a Rua 1° de Janeiro
Agora a Av. Presidente Tancredo Neves.

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Antiga foto do que é hoje a Praça Albenides da Costa Faria.

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Antiga Igreja do Rosário.(Antes de ser Reformada)






sexta-feira, 18 de outubro de 2013

As serpentes da Serra da Canastra.

Causo:
Cesta vez uma cascavel e um urutu se encontraram, e a cascavel perguntou
ao cumpadre urutu:
-Por que você carrega essa cruz na cabeça?
E o urutu respondeu:
-Ora, para colocar no local que eu matar minha vítima.
Depois o urutu perguntou à cascavel:
- E você, cumade, por que quando você dá o bote, pulapara trás ou sai de perto?
E a cascavel respondeu:
-Ora cumpade urutu, é para que o defunto não caia por cima de mim.


As serpentes têm uma grande importância no equilíbrio da natureza,
porque um dos seus alimentos são pequenos roedores, cuja 
população elas ajudam a controlar. A maioria das serpentes só
ataca só ataca o ser humano em legítima defesa, quando passamos
muito próximos e esbarramos nela. O veneno letal é importante
para a sua sobrevivência, pois é a única maneira eficiente de 
conseguir seu alimento.
Entre as serpentes mais comuns da Canastra estão:


Caninana:

É uma serpente de extrema beleza, podendo medir até 3 metros de
comprimento. Caracteriza-se pela coloração com rajas amareladas no 
dorso e pelo corpo, lateralmente. É espécie que prefere as árvores
e pode ser encontrada próximo aos cursos d'água. Alimenta-se 
de sapos, filhotes de aves que capturam em cima dos galhos
das árvores, pequenos roedores e de outras serpentes.
A Caninana pode fazer posturas de 6 a 20 ovos. O tempo de
incubação é de 80 dias.
Imagem da Caninana

Jararacas:

São 30 variedades de jararacas existentes no Brasil. Aqui na Serra da Canastra
 têm algumas delas: a jararaca-do-campo, a pintada, a jaracuçu ea
Urutu-Cruzeiro. A jaracuçu é a maior delas, chegando a medir mais de
3 metros de comprimento e é a mais agressiva. Até hoje, é a única que já
vimos perseguir humanos quando se sentem ameaçada.
Imagem da Jararacuçu
Imagem da Urutu-Cruzeiro



Cascáveis:

Existem seis variedades conhecidas e têm como principal característica
seu guizo ou chocalho na ponta da cauda. Quando pressentem perigo,
armam o bote e vibram continuamente  o chocalho, denunciando sua 
presença e alertando a possível vítima. Vivem em regiões secas,
pedregosas e acidentadas dos cerrados. Quando adultas, podem medir
mais de 1 metro e meio.

Imagem de uma Cascável





sexta-feira, 4 de outubro de 2013

4 de Outubro dia de São Francisco - Vargem Bonita / Serra da Canastra.

São Francisco de Assis é o Padroeiro da cidade de 
Vargem Bonita, exatamente pelo fato de ser o primeiro 
município banhado pelo Rio São Francisco.

-Hoje é o dia dele! Salve São Francisco!!!

Oração de São Francisco:

Senhor, fazei-me um instrumento de vossa paz.

Onde houver ódio, que eu leve o amor,

Onde houver ofensa, que eu leve o perdão

Onde houver discórdia, que eu leve a união,

Onde houver dúvidas, que eu leve a fé,

Onde houver erro, que eu leve a verdade,

Onde houver desespero, que eu leve a esperança,

Onde houver tristeza, que eu leve a alegria,

Onde houver trevas, que eu leva a luz.

Mestre, fazei que eu procure menos

Ser consolado do que consolar,

Ser compreendido do que compreender,

Ser amado do que amar.

Pois é dando que se recebe,

É perdoando que se é perdoado,

É morrendo que se vive para a vida eterna!

da grande', tahoma, verdana, arial, sans-serif; line-height: 18px;">

terça-feira, 27 de agosto de 2013

"O Congado" - Cultura extinta na Canastra.

'As festas dos Santos padroeiros que acontecem nas cidades e comunidades são as mais tradicionais. A participação da comunidade é fundamental nessas ocasiões.
Antigamente as festas faziam a população se deslocar de uma comunidade para outra. É que os automóveis eram poucos
e as estradas de difícil acesso aos moradores, principalmente
os da zona rural. Quando começavam as festas e missões
religiosas os moradores da zona rural faziam suas mudanças
temporárias para as pequenas cidades e povoados usando
seus carros de Boi. Levavam tudo: comida, roupa de cama,
agasalhos, capim para acolcoados e travesseiros e até lenha.
Tudo feito com amor e fé.'

O Congado na Canastra.

Congado nos anos 70




Dentre as manifestações culturais mais importantes estava
o Congado eo Moçambique. Ambos se assemelhavam por
serem baseados, como as demais manifestações de congado
pelo Brasil afora, em uma festa religiosa que envolve a forte
participação da população negra, relacionada a fatos da época
da escravidão e do pvo quilombola. Segundo relatos do seu Juca Chico, que participou ativamente dessas festividades, ambos
 saiam no mesmo dia e, se acaso se encontrassem, havia uma
disputa de cantos e danças típicas. O Moçambique ainda se
diferenciava por que seus participantes levavam latinhas amarradas
aos pés, usadas também como forma de percurssão durante 
as danças. Infelizmente, o Congado foi realizado na região até
os anos 70, quando não houve mais envolvimento suficiente 
da comunidade para mantê-lo.

As festas populares da região atraem visitantes de cidades vizinhas
e de outros municípios mais distantes pela diversidade cultural
apresentada, os produtos típicos, as músicas e as danças.
Em todos os municípios da região, existem diversas festas 
populares que são distribuídas por todo o ano, havendo o cuidado
de não coincidir datas com as de outros eventos de municípios
vizinhos. As festas populares geralmente são: exposições 
agropecuárias, mostras de produtos típicos, shows, festa do peão
boiadeiro e campeonatos esportivos.
Congado em São Roque de Minas 2013